quinta-feira, 14 de outubro de 2010

5 OUTUBRO 2010: Comemorações do Dia da Independência Nacional em 1143

A independência de Portugal é reconhecida pelo rei de Castela, no Tratado de Zamora. D. Afonso Henriques dirigiu-se ao papa Inocêncio II, declarou Portugal tributário da Santa Sé, com o censo anual de 4 onças de ouro, e reclamou para a nova monarquia, em troca, a protecção pontifícia. D. Afonso Henriques consagra Portugal à Santa Maria (Nossa Senhora).

UMA MENTIRA REPUBLICANA em Teatro!

REPUBLICA...assim não!

[transcrevemos o conteúdo da carta, que foi enviada ontem ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, pelo advogado Alexandre Lafayette, questionando "o conteudo publicitado" na agenda cultural de Outubro da Câmara de Lisboa, alusivo ao evento: a "Noite das Facas Longas - O Mistério da Camioneta Fantasma".

Exmo. Senhor
DR. ANTÓNIO COSTA
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Praça do Município
1149-014 LISBOA


Assunto: Agenda Cultural de Outubro de 2010 da C.M.L. (pag. 52).
A “NOITE DAS FACAS LONGAS” – O MISTÉRIO DA CAMIONETA FANTASMA

Exmo. Senhor Presidente,

Na agenda em título, a pag. 52, anuncia-se a “peça teatral” da autoria de Hélder Costa, com o título e sub-título supra-indicado.
No texto publicitário refere-se que na tenebrosa noite (o adjectivo é meu) de 19 de Outubro de 1921, a camioneta fantasma, que transportou os homicidas de vários vultos da 1ª República, tinha por base um plano “levado a cabo por forças monárquicas” que pretendia “decapitar a liderança republicana para restaurar a Monarquia”.
Confesso que hoje já não há nada que me consiga”espantar”.
Como consta da História, aquela que foi escrita por gente séria e insuspeita, a carnificina foi obra de republicanos, adversários de outros republicanos (estes mais puros e honestos que os seus algozes), não tendo tido os monárquicos qualquer intervenção no evento (tão pouco foram meros instigadores).
Considero, enquanto cidadão e munícipe de Lisboa (eterno contribuinte pagante de vários dislates), um insulto à inteligência dos Portugueses de bem, o apadrinhamento pela CML, da mentira propalada na Agenda.
Pretendia, por isso, saber o seguinte:
1º Se a CML financiou, de alguma forma, a peça teatral.

2 º - Se o fez, qual o encargo suportado pelos contribuintes.

3º - Quem foram os autores dos pareceres que fundamentaram a concessão do eventual subsídio e quem foi o autor do despacho que o concedeu.
Em função da resposta que, decerto, V. Excia, Senhor Presidente, irá determinar que seja dada, ponderarei a eventual apresentação de denúncia criminal junto do DIAP de Lisboa com fundamento em gestão danosa de dinheiros públicos.

Com os melhores cumprimentos,Alexandre Lafayette & Associados
Sociedade de Advogados











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Imagem: Fotos de Luís Rocha
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Centenário da República 1910-2010
O Mistério da Camioneta Fantasma

Hélder Costa, autoria e encenação; Rita Fernandes, Célia Alturas, Vânia Naia, Luís Thomar, Adérito Lopes, João d’Ávila, Pedro Borges, Ruben Garcia, Sérgio Moras e Sérgio Moura Afonso, interpretação.

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Peça da autoria de Hélder Costa em torno de um episódio negro dos primeiros anos da República. Na noite de 19 de Outubro de 1921 uma camioneta circulou pela cidade raptando e assassinando algumas das figuras proeminentes da revolução republicana entre os quais António Granjo, Machado Santos (o herói da Rotunda), Carlos da Maia e o Almirante Botelho de Vasconcelos. O plano, levado a cabo por forças monárquicas, seria decapitar a liderança republicana para restaurar a Monarquia.
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Viva Portugal, Viva o REI

Alocução de S.A.R O Duque de Bragança a 5 de Outubro 2010 em Guimarães

Portugueses:
5 de Outubro de 1143 é uma data fundadora para Portugal. Durante quase 800 anos a vontade e a determinação do povo, firmemente ancoradas na vontade e determinação dos seus Reis, conduziram os destinos desta comunidade de sonhos, a que chamamos pátria.
Mas 5 de Outubro, agora de 1910, é também a data em que a invasão mental estrangeira ocupou Portugal.
Hoje, como sempre, falarei para todos, sem acepção ou excepção alguma.Mas hoje, como nunca, serei a voz de todos pela boca de alguns.Nenhuma das palavras que Vos irei ler me pertence, porque todas já eram pertença de todos depois de escritas por alguns de Vós. Irei ler-Vos excertos de alguns dos nossos maiores escritores. Evocando Portugal, ou retratando a república. As suas assinaturas declaram os nomes de Camões, Ramalho Ortigão,  Fialho de Almeida,  Eça de Queiroz, Almada Negreiros, Fernando Pessoa e Pe. António Vieira. Por isso em nome de todos a estes as agradeço.
Portentosas foram antigamente aquelas façanhas, ó Portugueses, com que descobristes novos mares e novas terras, e destes a conhecer o Mundo ao mesmo Mundo. Naqueles ditosos tempos (mas menos ditosos que os futuros) nenhuma cousa se lia no Mundo senão as navegações e conquistas de Portugueses. Esta história era o silêncio de todas as histórias. Os inimigos liam nela suas ruínas, os émulos suas invejas e só Portugal suas glórias. Mas se a história das cousas passadas (a que os sábios chamaram mestra da vida) tem esta e tantas outras utilidades necessárias ao governo e bem comum do género humano e ao particular de todos os homens, e se como tal empregaram nela sua indústria tantos sujeitos em ciência, engenho e juízo eminentes, como foram os que em todos os tempos imortalizaram a memória deles com seus escritos; porque não será igualmente útil e proveitosa, e ainda com vantagem, esta nossa História do Futuro, quanto é mais poderosa e eficaz para mover os ânimos dos homens a esperança das cousas próprias, que a memória das alheias? (Padre António Vieira)
O Partido Republicano em Portugal nunca apresentou um programa, nem verdadeiramente tem um programa. Mais ainda, nem o pode ter: porque todas as reformas que, como partido republicano, lhe cumpriria reclamar, já foram realizadas pelo liberalismo monárquico. (Eça de Queiroz)
A república francesa que implantaram em Portugal, sem nenhuns pontos de contacto com quanto em nós seja português. Nenhuma reacção do espírito progressivo a instaurou; foi um fenómeno da nossa decadência, da nossa desnacionalização. (Fernando Pessoa)
No dia 5 de Outubro, em Portugal, não havia despotismo, não havia opressão e não havia fome. Os princípios proclamados à custa de tanto sangue pela Revolução Francesa, há mais de um século, ninguém precisava de os tornar a proclamar na Avenida agora, precisamente no período histórico em que quase todos esses princípios se acham refutados pela crítica experimental e científica do nosso tempo. Os famosos princípios da Revolução Francesa, leit-motiv de toda a cantata revolucionária de [5 de] Outubro último, são, precisamente, os que vigoram em toda a política portuguesa, desde o advento da revolução liberal de 1834 até nossos dias. (Ramalho Ortigão)
Os novos revolucionários de 1910, com excepção honrosa dos que não sabem ler, não tiveram por decuriões senão os seus predecessores revolucionários liberais de 34. E daí para trás — o que quer dizer daí para cima — nunca abriram um livro. Tal a razão porque os raros homens de letras, que a nossa República conseguiu mobilizar, dia a dia se desagregam da hoste refugiando-se no anacoretismo filosófico, enojados da crassa ignorância dos sarrafaçais a que o regime os emparelhou. (Ramalho Ortigão)
É alguém capaz de indicar um benefício, por leve que seja, que nos tenha advindo da proclamação da República? Não melhorámos em administração financeira, não melhorámos em administração geral, não temos mais paz, não temos sequer mais liberdade. Na monarquia era possível insultar por escrito impresso o Rei; na república não era possível, porque era perigoso, insultar até verbalmente o Sr. Afonso Costa. (Fernando Pessoa)
Bandidos da pior espécie (muitas vezes, pessoalmente, bons rapazes e bons amigos – porque estas contradições, que aliás o não são, existem na vida), gatunos com seu quanto de ideal verdadeiro, anarquistas-natos com grandes patriotismos íntimos – de tudo isto vimos na açorda falsa que se seguiu à implantação do regímen a que, por contraste com a monarquia que o precedera, se decidiu chamar República. (Fernando Pessoa)
Este regímen é uma conspurcação espiritual. Os republicanos passaram a legislar em ditadura, fazendo em ditadura as suas leis mais importantes, e nunca as submetendo a cortes constituintes, ou a qualquer espécie de cortes. (Fernando Pessoa)
Desde a proclamação da República que em Lisboa se não faz outra coisa se não pedir. (Fialho de Almeida)
É certo que nunca as classes dirigentes se divertiram tanto em excursões de recreio, nem se banquetearam tão repetidamente, como hoje em dia. Na casa, porém, de cada cidadão, nem o imposto diminuiu nem o passadio embarateceu.Enquanto à prometida barateza a que seriam reduzidos os víveres, ao proporcional aumento a que seriam elevados os salários, ao desenvolvimento que teria o ensino e à perfeição que atingiria a disciplina da sociedade, uma vez sacudido da cerviz do povo o inconfortável jugo ominoso do regime extinto, observa-se que nunca se comeu mais caro, nunca foi mais numerosa a legião dos operários sem trabalho, nunca […] tantas  propriedades foram impunemente assaltadas e destruídas como agora as redacções e as tipografias de cinco jornais. A República Portuguesa continua dando ao mundo o mais espantoso e inacreditável espectáculo: – existe! (Ramalho Ortigão)
O predomínio incondicional exercido pelas sociedades secretas em quase todos os actos do governo, como por exemplo na escolha das cores da bandeira, deposição de funcionários antigos e com direitos adquiridos, e imposição d’outros sem mais competência do que as suas cumplicidades carbonárias;  Corre que outras medidas de violência serão tomadas no sentido de desarmarem pelo terror as inumeráveis massas de cidadãos que não aderiram à República. (Fialho de Almeida)
Um país não pode ficar assim toda a vida, num pátio de comédia.Quebrámos estouvadamente o fio da nossa missão histórica. Desmoralizámo-nos, enxovalhámo-nos, desaportuguesámo-nos. (Ramalho Ortigão)
Quem considerar o Reino de Portugal no tempo passado, no presente e no futuro, no passado o verá vencido, no presente ressuscitado e no futuro glorioso; e em todas estas três diferenças de tempos e estilos lhe revelou e mandou primeiro interpretar os favores e as mercês tão notáveis com que o determinava enobrecer: na primeira, fazendo-o, na segunda restituindo-o, na terceira, sublimando-o. Mas se a história das cousas passadas (a que os sábios chamaram mestra da vida) tem esta e tantas outras utilidades necessárias ao governo e bem comum do género humano e ao particular de todos os homens, e se como tal empregaram nela sua indústria tantos sujeitos em ciência, engenho e juízo eminentes, como foram os que em todos os tempos imortalizaram a memória deles com seus escritos; porque não será igualmente útil e proveitosa, e ainda com vantagem, esta nossa História do Futuro, quanto é mais poderosa e eficaz para mover os ânimos dos homens a esperança das cousas próprias, que a memória das alheias?    Têm na memória que também antigamente pagavam, e que então era tributo do cativeiro o que hoje é preço da liberdade; sobretudo vêem a seu rei da sua Nação e da sua Língua, e que o têm consigo e junto a si para o requerimento da justiça, para o prémio do serviço, para o remédio da opressão, para o alívio da queixa; rei que os vê e se deixa ver; que os ouve e lhes responde; que os entende e o entendem; que os conhece e lhes sabe o nome. (Padre António Vieira)
Dispensem todas as teorias passadistas! Criem o espírito de aventura e matem todos os sentimentos passivos! Mostrem que a geração portuguesa do século XXI dispõe de toda a força criadora e construtiva!
Viva Portugal!

CENTENAS DE PESSOAS EM GUIMARÃES "A CUSTO ZERO" para o estado, estiveram a manifestar lealdade à FAMILIA REAL PORTUGUESA e a EXIGIR UM CHEFE DE ESTADO PARA O POVO, LIVRE E INDEPENDÊNTE DOS PARTIDOS E OUTRAS OLIGARQUIAS!
Veja video
http://www.youtube.com/watch?v=k9AszAEPxLQ&feature=player_embedded


EM CONTRAPARTIDA o REGIME REPUBLICANO QUE JÁ LEVOU PORTUGAL POR DUAS VEZES À FALÊNCIA
GASTA MILHARES DE EUROS a comemorar uma revolução
sanguinária, onde mataram muitos portugueses
5 de Outubro, de 1910, foi a data em que a invasão mental estrangeira ocupou Portugal (ideais maçónicos franceses).

CERIMÓNIAS DA REPUBLICA PAGAS PELOS CONTRIBUINTES se retirarmos dos presentes GENTE DA PRESIDENCIA, GENTE DO GOVERNO, GENTE DA ASSEMBLEIA, DEPUTADOS, CONVIDADEOS PARA ALMOÇAR, GENTE DOS PRESIDENTES REFORMADOS, CENTENAS DE FIGURANTES DO TEATRO, MILITARES EM PARADA (obrigados), POLICIA DE SERVIÇO, BANDA DE MUSICA, BOMBEIROS, CRIANCINHAS DE ESCOLA, GENTE DE PARTIDOS etc...
POVO... POVO, muito pouco!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

5 de Outubro DIA DA INDEPÊNDENCIA DE PORTUGAL!



"Ao contrário do que muitos pensam, a 5 de Outubro de 1143 foi assinada a independência de Portugal pelo rei Afonso VII de Leão e Castela"

ACTUALMENTE EM PORTUGAL O POVO PRECISA DE IDEAIS PORTUGUESES:
com VERDADE na IGUALDADE, FRATERNIDADE e LIBERDADE
As modernas e actuais MONARQUIAS da Europa são um exemplo a seguir. Em Portugal o REI, CHEFE DE ESTADO que defendemos, deve ser um "arbitro discreto" da vida social e política sempre lado do POVO e fora dos interesses partidários e outras oligarquias pois o sistema monárquico é uma instituição de LIBERDADE REAL.
Os presidentes da república têm a necessidade de andar sempre com a “comunicação social” atrás para afirmação ideologia do regime e na maior parte das vezes a gerar conflitos.
A maior parte das repúblicas, em particular a "portuguesa", são estados onde a "liberdade" "fraternidade" "igualdade" são limitadas, controladas e coordenadas pelas organizações maçónicas e outras oligarquias.
Portugal foi construído pela monarquia durante 900 anos e se tivesse acompanhado a natural evolução europeia e mundial seria hoje um PAÍS ALTAMENTE DESENVOLVIDO como a Suécia, Holanda etc...
Mas o crime e a instalação dum regime dos "ideais franceses republicanos" maçónicos e carbonários partidocrático, conduziu na época Portugal à BANCA ROTA.
Em 1910 a implantação da república não resolveu o problema antes agravou, tornaram PORTUGAL propositadamente num país CULTURALMENTE atrasado.
Na 2ª república de DITADURA FASCISTA teve em Salazar o melhor governante republicano de sempre.
A 3ª república controlada pela Internacional Socialista, acabou com as nossas relações e interesses nos Países Lusófonos, obrigando Portugal a integrar na FEDERAÇÃO EUROPEIA com perda de soberania e independência nacional.
A CORRUPÇÃO E INCOMPETÊNCIA DOS SUCESSIVOS GOVERNOS “DITOS DEMOCRÁTICOS” MAIS PRESIDÊNCIAS DA REPUBLICA DESASTROSAS, LEVARAM MAIS UMA VEZ A NAÇÃO À FALÊNCIA.

5 de Outubro DIA DA INDEPÊNDENCIA DE PORTUGAL!
Amanhã TODOS A GUIMARÃES.
Viva o REI,
Viva PORTUGAL!