segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

DOM MIGUEL I «O Rei legítimo» de Portugal

Miguel era um homem de ideais católicos e tradicionalistas, os quais defendia com frontalidade. Era pouco popular entre a burguesia, mais aberta à influência do ideário liberal, mas gozava de grande popularidade entre o povo, que, caído na miséria após as guerras contra Espanha e França, via num rei forte a figura de um salvador. A isto acresce que era a Igreja quem muitas vezes matava a fome do elevadíssimo número de mendigos e deserdados de mais de 30 anos de guerras, pelo que a inimizade dos liberais face a esta instituição terá levado a que o povo se colocasse ainda mais do lado miguelista.
Miguel era também um admirador do chanceler Metternich da Áustria, embora afirmasse não ser adepto de uma monarquia absoluta mas apenas pretender libertar Portugal das influências estrangeiras, principalmente das ideias da Maçonaria, que considerava nefastas.

"AMO A MINHA PÁTRIA, SOU CLARAMENTE MIGUELISTA"
José Carlos Ramalho

sábado, 1 de fevereiro de 2014

OS BURROS

Na sua natureza de animais irracionais os burros são mesmo burros. Teimosos, mas com umas "vardascadas nas orelhas" aprendem a tornarem-se «obedientes e submissos» ao seu dono e «domador da manada». Não servem para trabalhar, são inúteis como conta a história "O TRIUNFO DOS PORCOS", pois são uma espécie sem inteligência e não sabem distinguir uma ditadura do chicote de uma democracia para animais baseada na "ética do palheiro" onde: «todos animais são iguais mas... há animais mais iguais que outros». Os burros só conhecem a GAMELA ONDE COMEM, o seu papel é ZURRAREM e darem COICES a quem lhes dá a palha. Muito ingratos são os burros!

http://corta-fitas.blogs.sapo.pt/o-couce-de-marco-antonio-5615770

Em recente entrevista ao Jornal das 9, na SIC, Mário Crespo interpelou o vice-presidente do PSD, Marco António Costa, além do mais, sobre os incómodos e malefícios da carga fiscal. Um tema muito em voga, mesmo porque os mais afectados somos todos nós, os que não se alimentam na manjedoura do Estado. Corria a conversa animadamente quando Crespo (que não é insuportável) lembrou, a propósito da despesa pública, a Presidência da nossa honorável República ser cinco vezes mais cara do que a Chefia de Estado espanhola.
Foi onde Marco António escouceou, picado pela mosca. «As ditaduras custam sempre menos, eu prefiro uma democracia que custe dinheiro a uma ditadura barata»!
A única coisa que Marco António prefere é não pagar pela batata-palha de que se alimenta e o dispensa de saber distinguir entre ditaduras e democracias. Não fora assim não seriamos obrigados a ouvir zurros desagradáveis e muito próprios de quem, além de, desde pequenino, circular livremente dentro do Estado, nem consegue discernir a Nação acima, e a legitimidade de quem a representa. Ou então, de quem, no nervosismo dos destituídos de razão e liberdade, confunde os rígidos rituais maçónicos com a livre expressão da vontade popular.
E assim omite a incontornável verdade: manifestem os espanhóis não quererem mais o Rei e veja-se se este teima em se agarrar ao lugar.
A Monarquia não dança o bailarico dos esfaimados por cargos públicos. Nem dispõe de quartos traseiros para apontar aos seus rivais.

Pelo menos é o que se diz nos países nórdicos, na Holanda, na Bélgica e... em Espanha.