terça-feira, 27 de dezembro de 2016

FRENTE CÍVICA: Janela da Frente IRMANDADES. SECRETAS E PERVERSA...

Uma das mais poderosas sociedades de advogados nacional, a PLMJ, foi recentemente investigada no caso da “Máfia do Sangue”. Um dos seus sócios foi mesmo constituído arguido. Dois dos seus mais proeminentes representantes são José Miguel Júdice e Nuno Morais Sarmento, ambos advogados, políticos e comentadores televisivos, na RTP e na TVI. Nos seus programas semanais, ambos fugiram ao tema escaldante da corrupção nos negócios do sangue, com a cumplicidade dos jornalistas que, embevecidos, os entrevistavam.
Este é um modelo que representa o “modus faciendi” das sociedades de advogados. Usam a sua posição de comentadores nas televisões a seu bel-prazer para defender os interesses dos seus clientes e camuflar a informação negativa. Exemplos de personalidades de tripla face (políticos, comentadores e advogados) são muitos. Temos, assim, António Vitorino, sócio da firma “Cuatrecasas” ou Marques Mendes, da todo poderosa “Abreu Advogados”.
Sociedade igualmente relevante no panorama português é a “Morais Leitão, Galvão Teles Soares da Silva e Associados”. Lança jovens na política e no Direito como os ex-governantes Assunção Cristas, Adolfo Mesquita Nunes ou Paulo Núncio. Ou o actual advogado/deputado do CDS Francisco Mendes da Silva. Os interesses dos seus clientes são defendidos no comentário político televisivo na SIC por Lobo Xavier que comenta toda a actividade política e económica sem que os telespectadores se apercebam das suas ligações ao Grupo Mota-Engil, ao BPI e a outros tantos interesses.
É também destas sociedades de causídicos que sai a legislação que mais prejudica os portugueses, como a das ruinosas parcerias público-privadas, elaborada na “Jardim, Sampaio, Magalhães e Silva”, a que dão corpo e nome os socialistas Vera Jardim e Jorge Sampaio. Vera Jardim, que debate na rádio com Morais Sarmento, da já citada PLMJ. E até os interesses estrangeiros mais obscuros são representados por estas sociedades. A “Uria Menendez” vem defendendo, através do todo-poderoso Daniel Proença de Carvalho os interesses de Eduardo dos Santos, Ricardo Salgado e Sócrates. Proença faz comentário político na rádio sem revelar quem serve. Preside à Administração do “Jornal de Notícias” e pode assim censurar as vozes incómodas aos negócios dos seus clientes.
As sociedades de advogados são, em Portugal, as irmandades perversas do regime, as verdadeiras sociedades secretas.
Fazem Leis, dominam a política, condicionam a comunicação social. E os seus membros actuam disfarçados.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

PORTUGAL ATINGIU O PICO DA EPIDEMIA

QUEM NOMEIA E APOIA OS CORRUPTOS PARA LUGARES DE CHEFIAS?

República portuguesa está podre, todos os dias aparecem lagartas perfeitas, de cultura maçónica, comem a toda a espécie de fruta.

(esta peste tem origem em lojas francesas e inglesas)


https://www.noticiasaominuto.com/pais/703993/detido-ex-presidente-do-inem-luis-cunha-ribeiro

Fidalgos, queques e betinhos

Os Portugueses têm algo de figadal contra todos os que tenham algo de fidalgal. Como as crianças, confundem muito a fidalguia, que é uma simples condição social, com a aristocracia, que é um sistema político em que o poder pertence aos nobres. E, no entanto, como diria Chesterton, não há mérito automático em ser fidalgo, nem vergonha em pertencer decididamente (como eu) à ralé.

Em Portugal a nossa civilização deve muito a duas classes minoritárias. Ambas são gente simples, com posses reduzidas e educação informal. Refiro-me, obviamente, à plebe e à nobreza. O pretensiosismo dominante, seja proletário ou possidónio, seja triunfalista ou disfarçado, encontra-se nas classes restantes, que constituem a grande maioria da população. Mas um pastor ou um pescador é tão senhor como um fidalgo. Como ele, vê o mundo de uma maneira antiga, em que cada coisa tem o seu lugar, o seu sentido e o seu valor. O pior é o operariado, a pequena, média e alta burguesia: enfim, quase toda a gente. É esta gente que se preocupa com a classe a que pertence. Enquanto o pastor e o visconde se ocupam, os outros preocupam-se. Os primeiros não querem ser o que não são. Os outros adorariam. Os primeiros aceitam o que são, sem vaidade. Os outros têm sempre um bocadinho de vergonha e por isso disfarçam, parecendo vaidosos.
Quem é fidalgo e quem é que quer ser?

Em Portugal existem três classes distintas. Há a classe dos fidalgos – os meninos “bem”. E depois há duas classes falsamente afidalgadas. Há os meninos “queques”, filhos de pais “queques” mas com avós que não. E há os “betinhos”, filhos de pais que, simplesmente, não.
O “menino bem” é aquele que não sabe muito bem em que século começou a fortuna da família. Geralmente é pobre, com a consolação irritante do passado rico. É muito bem-educado e jamais se lembraria de lembrar aos outros que é “bem”. O “queque” sabe perfeitamente que foi o avô ou o bisavô que abriu a fábrica ou a loja que enriqueceu a família. Geralmente é bastante rico. Embora tenha frequentado os colégios correctos, tem sempre um enorme complexo de inferioridade em relação aos “meninos bem”, o que o leva a fazer-se mais do que é. De bom grado trocaria grande parte da sua fortuna pela antiguidade e pelo prestígio de um bom título.
Finalmente, o “betinho” é aquele cujo pai nasceu pobre, indesmentivelmente operário. O betinho procura dar-se, em vão, com queques e meninos bem, mas a sua educação é formal e institucional, não familiar. É o mais rico de todos, mas é também o mais envergonhado. O betinho por excelência é aquele que não suporta a vergonha de um pai nascido entre o povaréu. Evita apresentá-lo aos amigos. Tudo faz para ocultar a sua proximidade genealógica ao vulgacho.
Tanto o queque como o betinho são o resultado de self-made man, homens que se levantaram pelas próprias mãos, quantas vezes rudes e calejadas e tudo o mais. O menino bem, em contrapartida, nem sequer compreende o conceito de self-made man. Porque é que um homem se há-de “fazer a si próprio” quando houve sempre pessoal, criados e caseiros, para se ocupar dessas tarefas desagradáveis?
Distinguem-se em tudo. A falar, por exemplo. O menino bem usa todas as formas de tratamento, desde “a menina” – A menina vai levar o Jorge ou vai sozinha no Volvo? – até ao “Psst, tu que fumas”.
O queque, por ser menos seguro, trata toda a gente por “Você”, incluindo os criados e as crianças (o que não é correcto, mas parece). O betinho, a esse respeito, está em absoluta autogestão. Tenta tratar mal aqueles que considera inferiores (demasiado mal) e bem aqueles que considera superiores (demasiado bem). No fundo é um labrego engraxado que julga sinal de aristocracia dizer os erres como se fossem guês.
O que caracteriza o menino bem é o seu total à vontade no mundo. Nunca se enerva, nunca hesita, nunca está muito preocupado. Haja ou não dinheiro. O menino bem dá-se bem com a pobreza e encara o sobe e desce da sorte com a naturalidade com que aceita a circulação do sangue pelas veias. Por isso dá-se bem com toda a gente. Nada tem a perder ou a ganhar.
Os queques não são assim. Pensam que nasceram para o brilho baço do privilégio. Vivem obcecados pelo dinheiro já que é o dinheiro que lhes permite comprar todos aqueles adereços (relógios Rolex, automóveis Porsche) que consideram indispensáveis ao seu estatuto social. Um menino bem, em contrapartida, nunca usa relógio – porque é que há-de querer saber as horas? O queque só se dá com pessoas “do seu meio”. Enquanto o menino bem tem aquele rapport feudal com caseiros, varinas e pedreiros, que constitui uma forma multissecular de intimidade, o queque aflige-se em “manter as distâncias” com esse gentião, precisamente por serem tão curtas.
O betinho é uma pilha de nervos. Ninguém o respeita. Dá-se quase exclusivamente com outros betinhos, do mesmo ramo de importação de electrodomésticos ou da construção civil. Não gostam de sair da sua zona. Os de Lisboa, por exemplo, só quando há uma emergência é que saem do Restelo. Ao contrário dos queques, evitam falar em dinheiro porque se sentem comprometidos. Esforçam-se mais por serem meninos bem do que os queques, que julgam já serem meninos bem. Andam sempre vestidos pelas lojas mais tradicionais (camisa aos quadradinhos, casaquinho de malha, jeans novinhos e mocassins pretos com correiazinha de prata ou berloques de cabedal), ao passo que os queques compram roupa mais moderna na boutique da moda. Escusado será dizer que os autênticos meninos bem andam sempre mal vestidos, com a camisola velha do pai e as calças coçadas do irmão mais velho. A única diferença é que as camisolas e as calças que têm em casa duram cem anos. Os avós já compram camisas a pensar que hão-de servir aos netos. Aliás, os fidalgos são sempre mais forretas que a escória.
No que toca aos hábitos alimentares, os meninos bem comem sempre em casa. Como as famílias são geralmente muito grandes (de resto, como sucede com o populacho), a comida é quase sempre do tipo rancho, ou sempre servida com muito puré de batata.
Os queques estão sempre a almoçar e a jantar fora, em grupos grandes com muitos rapazes e raparigas a exclamar: “Ai, já não há pachorra para o quiche lorraine!” Aqui se denunciam as suas verdadeiras origens sociais. Para um menino bem, comer fora é uma espécie de solução de emergência, quando não dá jeito comer em casa. Para um queque é um prazer.
Nas casas bem, a qualquer hora do dia, há sempre uma refeição a ser servida a um número altamente variável de crianças, primos, criadas, motoristas, tias, etc.
Nas casas queques as refeições variam conforme os convidados. Nas bem são sempre rigorosamente iguais. Os queques têm a mania dos restaurantes – conhecem-nos tão bem como os meninos bem conhecem (e odeiam) as cozinheiras. E os betinhos? Os betinhos tentam evitar as refeições o mais possível. Comem sozinhos em casa (os betinhos tendem a ser filhos únicos) ou levam betinhas a jantar. Porquê? Porque têm a paranóia de serem “descobertos” através dos modos de estar à mesa. Mas, na verdade, só são descobertos pelo seu excesso de boas maneiras. Um betinho à mesa está sempre “rijo”, atento, receoso de tirar uma azeitona por causa do terror de não saber lidar com o caroço. Os queques comportam-se como animais, espetando garfos nas mãos estendidas dos outros, soprando pela palhinha para fazer bolinhas no Sprite e atirando os caroços para martirizar o cocker spaniel. Quanto aos meninos bem, encaram as refeições como uma simples necessidade fisiológica. Comem e calam-se. Falam só para dizer “passa a manteiga” ou “Parece que houve uma revolução popular em Lisboa, passa a manteiga”.
Não são, portanto, os fidalgos que dão mau nome à fidalguia – são os queques e betinhos. Estes cultivam ridiculamente os “brasões” e as “quintas”, fingindo que não gostam de falar nisso. Em contrapartida, nas casas fidalgas, os filhos das criadas experimentam os lápis de cera nos retratos a óleo dos antepassados. E ninguém liga…

In “Os meus Problemas”
Miguel Esteves Cardoso

http://dirigivel.blogspot.pt/2011/02/miguel-esteves-cardoso-fidalgos-queques.html

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

"O Estado Novo é o augedo Estado Maçónico"

Magistrado e investigador da Universidade de Lisboa, Costa Pimenta defende, aos 53 anos, que António Oliveira Salazar era membro da Maçonaria, tal como quase todas as figuras de relevo do Estado Novo. Para isso, analisou vasta documentação, recorrendo à prova pericial ou científica, para produzir um livro que coloca em questão muitos dos mitos criados em torno da figura de Salazar.

Leia mais: "O Estado Novo é o augedo Estado Maçónico" http://www.jn.pt/domingo/interior/o-estado-novo-e-o-augedo-estado-maconico-1191922.html#ixzz4S9EtkTij
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sábado, 26 de novembro de 2016

O SOLDADO e não o presidente, é quem nos garante a INDEPENDÊNCIA E SOBERANIA NACIONAL

25 NOVEMBRO
VIVA PORTUGAL!
Tributo
COMANDOS SOLDADOS DA PÁTRIA

– «No Verão Quente, uma minoria esmagava a maioria do Povo Português. Todos eram impotentes para a travar. [...]

Em Agosto de 1975, o Coronel Jaime Neves chamou-me e ao 'comando' Victor Ribeiro, ao Regimento de Comandos, e transmitiu-nos na parada, de braço dado connosco, as suas apreensões e as que lhe eram comunicadas por quem detinha o poder político-militar na época, em relação à situação vivida na altura. Dizia-nos que aquelas entidades viam, talvez como única alternativa, possivelmente a guerra civil.
As Unidades não tinham praticamente comando. Nenhum comandante podia dizer, então, que uma ordem dada às suas tropas ia ser cumprida a 100%. Havia assim a hipótese da guerra civil.
Surge o Decreto-Lei, a convidar ao regresso à efectividade do serviço militar, dos antigos combatentes, isto é, todas as tropas especiais.
Os comandos foram os únicos que responderam. Em cerca de dez dias, fizemos entrar no antigo Regimento de Comandos, duas companhias de convocados. A partir daí, julgamos que apenas o Comandante do Regimento de Comandos e o Comandante do Regimento de Cavalaria de Estremoz, poderiam afirmar poder dar ordens a 100% e serem cumpridas.
Utilizar-se-iam aqueles que se mantinham fiéis ao 25 de Abril, à liberdade e à democracia e que iriam para o Norte, onde a maioria do Povo ainda estava firme e onde se tinham desenrolado as acções, já referidas neste colóquio, através da Igreja e da vontade da maioria das gentes do Norte. Depois teríamos que avançar para o Sul.
Lisboa, a bacia de Setúbal e parte do Sul estavam a saque da referida minoria. Naquela situação, a missão da Associação de Comandos era ficar nesta zona de Lisboa, fazendo acções de sabotagem em consonância e às ordens da cadeia militar instituída e a quem estávamos ligados. Já nessa altura, a Associação de Comandos iria ter, talvez, a parte mais gravosa do problema. E também nessa altura dissemos presente!
Queria recordar alguns factos históricos, de somenos importância e que as pessoas talvez não se lembrarão:
- A entrada dos convocados no Regimento de Comandos e a sua mentalização para poderem dar a vida pela liberdade e pela democracia.
- O fim das ADU's no Regimento; e o 20 de Novembro, quando fomos ao AMI e informámos o seu Comandante Brigadeiro Melo Egídio, através do nosso Comandante Coronel Jaime Neves, que dávamos 48 horas ao Governo para passar a exercer o seu poder político. E não me esqueço daquele nosso Brigadeiro ter dito ao nosso Coronel, "Jaime nunca me tinha dito que tinha tanta força".
- A ida ao Forte de São Julião da Barra, à reunião do Conselho da Revolução, para apoiar o então Primeiro-Ministro Almirante Pinheiro de Azevedo.
- A tentativa de aliciamento falhada dos pára-quedistas regressados de Angola, para que entrassem no golpe.
Há outro aspecto muito importante e de que ninguém fala: a ida do material desses pára-quedistas para o Norte.
O Coronel Jaime Neves entrou no Regimento cerca das 22 ou 23 horas, e disse-me: "A PM está toda na rua a caminho do Norte, para 'sacar' o material dos páras, que veio de Angola. Há que fazer qualquer coisa". Agarrámos em 40 comandos da Companhia de Comandos 121 e fizemos parar a PM. Em paz e em diálogo, como agora se diz... Não terá sido um diálogo de palavras, mas suficiente para funcionar. Conseguimos que esse material fosse para a Região Militar Norte. A PM regressou toda ao seu quartel com as G3 viradas para o ar, quando passava junto de nós.
É também interessante recordar que, nessa noite, enquanto o Coronel Jaime Neves andava numa viatura civil com mais dois ou três comandos, a verificar como decorriam essas movimentações da PM, e eu me encontrava com um Grupo de Combate junto à Presidência da República e à PM, onde dispersei em poucos segundos uma dessas manifestações que se faziam na época, fui chamado ao Sr. Presidente da República, que me deu ordens para retirar a tropa. Ao que eu, respeitosamente, lhe respondi que não retiraria, sem receber ordens do meu Comandante.»¹

¹ (José Manuel Ferreirinha de Sousa Gonçalves [29Mai1943-14Fev2009], serviu no Ultramar em 28Mai65-11Set67 como alferes miliciano 'comando' na 2ªCCmds; excertos da sua comunicação "Nas operações do 25 de Novembro", proferida na SHIP em 21Nov1995, por ocasião da comemoração promovida pela Associação de Comandos, relativa ao 20º aniversário do "25 de Novembro")

Cpts,
JCAS

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

ESPERANÇA: Nações Independentes, combate à globalização

Donald Trump presidente dos Estados Unidos da América



O calendário eleitoral europeu : 4 de Dezembro: em Itália um referendo sobre a reforma constitucional. Em caso de derrota Mateo Renzi prometeu demitir-se. Poderá haver a subida do movimento nacionalista 5 Estrelas;
23 de Abril de 2017: primeira volta das eleições presidenciais francesas. Sondagens colocam Marine Le Pen na segunda volta contra Juppé; Hollande aparece em quarto lugar nas sondagens.
Outubro de 2017: eleições legislativas federais na Alemanha. Merkel tenta reeleição com crise dos refugiados a potenciar o crescimento dos nacionalistas da AfD;
O futuro pode ser de esperança para voltar a haver Nações Independentes .
O crescimento do patriotismo italiano, uma possível vitória do nacionalismo francês e possibilidade da entrada do nacionalismo no parlamento alemão para lutarem contra o Euro, têm ponto em comum: Donald Trump Presidente dos Estados Unidos da
América no combate à globalização.
Trump é o principal líder contra a globalização. 
Quer renegociar acordos comerciais e aumentar as taxas alfandegárias sobre produtos importados. Tudo para proteger a indústria americana. Exemplo que deveria ser seguido por todos os países que querem ser livres e proporcionar bem estar aos seus Povos, sendo que os governos não querem retirar privilégios a "elites" oriundas da partidocracia.
Trump quer renegociar acordos de comércio internacional subscritos pelos Estados Unidos para proteger a industria norte-americana. Patriotas nacionalistas europeus, querem combater a livre de circulação de pessoas, bens e capitais projecto imposto pela União Europeia.
Ao contrário da globalização o regresso ao proteccionismo, com a subida de taxas alfandegárias de produtos importados, será potenciada a competitividade das empresas nacionais e a criação de novos postos de trabalho.
A globalização limita com "quotas" as produções nacionais sendo responsável pela perda da competitividade económica dos Estados criando a impossibilidade de controlar a dividas externas.
O processo de globalização moderna aplicado ao desenvolvimento da Paz entre Nações, Socorro de povos atingidos por Catástrofes, investigação e desenvolvimento Cientifico e Tecnológico em prol da Humanidade, protecção do Planeta e estudo do Universo, comunicação Cultural entre os Povos... etc. etc...
A globalização moderna não pode querer uniformizar os Povos com de "coisas" se tratasse, privando-os de liberdade verdadeira nas suas diferenças, de raça, de cultura, de religião, de tradições.

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Hollande e o "acordo secreto" com a UE para não cumprir o défice

UMA VIGARICE PERMANENTE PARA MANTER O PODER, ESCRAVIZANDO AS POPULAÇÕES!
Trabalho de "PEDREIRO LIVRE"... a maçonaria francesa, central do maçonismo europeu no seu melhor!

Hollande e Durão Barroso. O "acordo" agora revelado começou durante a presidência do português e prossegue hoje, com Juncker. | REUTERS/THIBAULT CAMUS
Revelações em livro que já é considerado "suicídio político" do
presidente francês François Hollande fez um "acordo secreto" com a União Europeia para não cumprir as metas do défice, apresentou sempre previsões orçamentais falsas e mentiu aos seus eleitores sobre isso durante anos. As revelações constam num novo livro, de dois jornalistas do Le Monde, e não foram desmentidas pelo presidente francês.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

O "TITANIC" ABALROOU UM ICEBERGUE...


"OS PORTUGUESES FORAM PARA FORA CÁ DENTRO."


PORTUGAL UMA DÉBIL ECONOMIA, QUE COMPRA MUITÍSSIMO MAIS DO QUE EXPORTA, NEM DEVIA TER ENTRADO NO "TITANIC" EUROPEU, PILOTADO PELA AMÉRICA E ALEMANHA.
PARA QUEM SAIBA FAZER CONTAS, CALCULEM SÓ A INFLAÇÃO PRODUZIDA DESDE A ADESÃO DO ESCUDO AO EURO.
O beneficio foi para o capitalismo de alta finança com transacções do dinheiro "virtual" para offshore e os políticos. OS CORRUPTOS, OS APARENTEMENTE CORRUPTOS E OS NÃO CORRUPTOS. Tanto os que recebem salários e benesses de luxo em Bruxelas como os em Portugal que saem com altas subvenções e altos cargos para empresas beneficiárias da legislação produzida.
Prejudicados são os pequenos e médios investidores, a maioria faliram, o POVO e PORTUGAL que viu e vê continuar a crescer a DIVIDA PÚBLICA. Uma forma de amarrar o País à "UE de instituições credoras" enviando dinheiros para os bolsos de alguns com a mentira do slogan ««dinheiro a fundo perdido...»

OS PAÍSES NÃO DÃO NADA UNS AOS OUTROS TEM INTERESSES ENTRE SI.
JCarlosRamalho

Por esta altura já o Reino Unido deveria estar em colapso, a Escócia prestes a separar-se de Londres, a economia em ruínas, a monarquia abolida e os sete cavaleiros do apocalipse a passear pelas ruas da City. Isto, claro, segundo a campanha negra dos europeístas radicais. No mundo real, não só o Brexit está quase a acontecer sem grandes percalços, como agora várias agências financeiras dizem que a versão “saída imediata” sem negociações não será uma má opção para Theresa May.
O Reino Unido está de saída da União Europeia, e os federalistas europeus estão decididos a tentar travar o processo, ou pelo menos a torná-lo o mais difícil possível para os britânicos. Subiu de tom, como seria previsível, o chorrilho de ameaças e previsões catastróficas para o Reino Unido.
Nada a que os ingleses não estejam habituados. Antes mesmo do referendo, os ditos “especialistas” avisavam que a economia do país iria entrar em colapso assim que se votasse a favor da saída da UE. O voto aconteceu, o Verão passou e o desemprego no Reino Unido continua baixo, o mercado imobiliário continua forte, e o consumo aumentou. Tudo em contra-ciclo com a estagnação total que se vive na União Europeia, onde o desemprego continua elevadíssimo, especialmente entre os jovens, e o consumo em queda. As taxas de juro da dívida do Reino Unido continuam controladas, e o deficit foi reduzido em seis mil milhões de euros.
Para todos os efeitos, o Reino de Isabel II é um dos países mais prósperos e economicamente dinâmicos da Europa. A OCDE, cujo secretário-geral fez algumas previsões catastróficas sobre os impactos do Brexit, já veio a público admitir que não tinha acertado devido às acções rápidas e inesperadas do Banco de Inglaterra. Um comentário que acaba também por ser mais uma “bofetada sem mão” na União Europeia, pois cimenta a ideia de que o controlo da sua própria moeda permitiu ao Reino Unido manter a prosperidade.
Jornal O DIABO 26Set2016

domingo, 11 de setembro de 2016

O CAOS NO VATICANO?

No fim, o meu imaculado coração triunfará”. Nossa Senhora, Fátima, 1917.




Definamos “caos”: a ausência ou desintegração de qualquer ordem.
Porém, segundo correntes tidas como progressistas, revolucionárias ou relativistas, o conceito terá evoluído para a coexistência igualitária de opostos.
Este igualitarismo tenderá para o absoluto.
Não parece que estejamos, em termos do que se passa no Vaticano, num cenário como o definido no primeiro parágrafo. Pelo menos para já.
Mas já quanto à definição mais avançada, as coisas não são claras e deixam as maiores dúvidas.
Tudo começou com a renúncia do Papa Bento XVI, em 11 de Fevereiro de 2013. Até hoje não é nada líquido a, ou as razões, porque o fez.
Não quero com isto dizer que não fosse lícito fazê-lo e o direito canónico é bem explícito sobre isso.
Mas alegar-se a idade e razões de saúde, não parece convincente. Mesmo tendo em conta ou, sobretudo tendo em conta, o exemplo dado pelo seu antecessor, a quem as entidades competentes contemporâneas, se apressaram a elevar aos altares.
Morrer no seu posto é o destino natural dos Reis e por maioria de razão, o dos Papas.
E, se de alguma forma, o Papa foi coagido a tomar tal decisão – sobre o que sopraram rumores – então tal decisão terá que ser tida como ilegítima.
Passados três anos, a boa aparência que o anterior sucessor de Pedro denota, quando aparece nas pantalhas e o facto de estar a ultimar um novo livro, fazem parecer as alegadas razões de saúde, algo longínquas…
Sejam, porém, quais foram as razões que levaram Bento XVI a renunciar, o que se constata é que tal se tornou um facto consumado (“consumatum est”).
Assim sendo, o que seria natural, legítimo e, até, legal, seria que o Papa resignatário passasse novamente a Cardeal Ratzinger, deixasse de vestir de branco e de ser tratado pelo nome papal e apelidado de “Sua Santidade”, ou dê bênçãos apostólicas a quem lhe escreve. E não tivesse passado pela cabeça de ninguém, criar a figura de “Papa Emérito” sobre a qual não existe qualquer tradição na Igreja, nem doutrina que o suporte.
Tal evitaria qualquer confusão sobre a possível existência de dois Papas – o que o aparecimento público do Papa Francisco e do Papa Emérito Bento XVI, juntos, apenas reforça – pondo em causa o princípio fundamental da hierarquia e do magistério da Igreja.
O que leva a pensar que existem “de facto” dois Papas, um que actua como Papa sendo o outro um Papa orante, que não teria renunciado a ser Papa, mas apenas ao seu exercício.
Já bastam as épocas em que houve cismas com mais do que um Papa a reivindicar a legitimidade e o trágico que tudo isso representou.
Mas como tudo isto não fosse já suficientemente grave e estranho, o Arcebispo alemão Georg Gänswein – que é, pasme-se, o Secretário pessoal do Papa Emérito, acumulando com o cargo oficial de Perfeito da Casa Pontifícia, para cujo cargo foi designado em 7/12/12, e confirmado no mesmo, pelo Papa Francisco[1]- numa palestra pública, em 20 de Maio passado, em Roma, afirmou claramente, sem o afirmar, que havia dois Papas!...
Disse ele nomeadamente: “que os Papas Bento e Francisco não são dois Papas em competição um com o outro, mas representam um “expanded Petrine Office” com um membro activo e outro contemplativo. O Arcebispo acrescentou que Bento XVI não abandonou o Papado como o Papa Celestino V, no século XIII, mas pensou continuar o seu ofício de Pedro numa maneira mais apropriada dada a sua fragilidade”. E ainda que “desde 11/2/13, o ministério papal não é o mesmo como antes”; “é e continua a ser o fundamento da Igreja Católica”; “e, sem embargo, é um fundamento que Bento XVI transformou profunda e duradouramente, pelo seu excepcional pontificado”.
As declarações foram depois “ratificadas”…
Mas será que o Arcebispo pode falar pelos dois Papas?[2]
Ora esta situação configura uma confusão enorme, a coexistência dos opostos onde o grande mal do mundo é justamente considerar-se a distinção, diferenciação e discriminação das coisas e dos homens. O tal caos…
É a noção instilada nos laboratórios da revolução social, sobre a “teoria do caos”, que defende que a ordem pode advir da desordem e que, concomitantemente, a ordem pode incluir a desordem.
Deste modo para os mais finos revolucionários o caos consistirá na coexistência dos opostos que supostamente existiriam no primitivo magma, uma diamétrica e constante violação do princípio da não contradição.
Tudo se passando numa altura – embora tal seja verdade em todos as épocas – em que a Igreja precisa desesperadamente de uma liderança forte, inequívoca e esclarecedora.
Oxalá a profecia de Malaquias não se cumpra tão cedo…[3]
Mas até para isso, a Nação dos Portugueses, a Terra de Santa Maria, tem de estar preparada.
As antigas e veneráveis Ordens Militares de Cristo, Santiago e Avis, têm de deixar, urgentemente, de serem apenas honoríficas.

João José Brandão Ferreira
Oficial Piloto Aviador
Blog: O Adamastor
http://novoadamastor.blogspot.pt/2016/09/o-caos-no-vaticano.html

[1] A principal função deste cargo é o de organizar as audiências, tanto públicas com privadas, de Sua Santidade e tratar de todo a logística das cerimónias e viagens do papa em Roma e toda a Itália.
[2] Não deixa de ser curioso notar que o “motto ”escolhido por Ganswein é “ dar testemunho da verdade” (“Testimonium perhibere veritati”).
[3] Arcebispo irlandês do século XII, que deu a entender que o 112º Papa (o actual Papa Francisco) seria o último Papa (com o nome de “Petrus Romanus”) e veria a destruição de Roma.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

INSTITUIÇÃO MILITAR: A ORGANIZAÇÃO SOCIAL E PROFISSIONAL MAIS PERFEITA

foto da internet

"Todos sabem os apuros financeiros do país e sabem por igual que, para segurar o Poder por mais dois ou três anos, V. Exa e o gabinete a que preside não hesitarão em sacrificar o futuro".
Mouzinho de Albuquerque. (Carta ao Presidente do Conselho de Ministros, 23/7/1898).

Isto é, era, pois andam a destruí-la aceleradamente...

Face a esta afirmação estrambólica para o "politicamente correcto" cumpre justifica-la.


Aviso prévio, não falaremos em Forças Armadas (FA), mas sim em Instituição Militar (IM).
A diferença é de substância, já que a IM é o “invólucro” onde existem as FA; representa a perenidade de uma instituição nacional, por excelência e não apenas uma força táctico/estratégica de circunstância; representando, outrossim, o repositório material, espiritual e institucional dos diferentes corpos armados da Nação, desde a sua fundação, incorporando ainda toda a “família militar".
Uma noção que a própria maioria dos militares deixou de entender e assumir.
Porque é que então as FA e a IM representam a melhor e mais avançada organização social e profissional, existente no País? Simples:
  • Pela sua antiguidade;
  • Por não ser democrática;
  • Por ter traços de democraticidade orgânica e avançada;
Pelas características da condição militar.Vamos “investigar” um pouco cada um destes “item”.
A antiguidade (que na tropa é, desde logo, um posto) perde-se nos tempos dos impérios antigos. Fixemos, porém, o Império Romano, que elevou a organização militar a apuros nunca antes vistos, sendo necessários 1000 anos, depois do seu desaparecimento, para que se criasse
– por alturas de Gustavo Adolfo, na Suécia – algo que se lhe pudesse assemelhar.
Ou seja a IM é uma organização muito antiga (não velha, pois está sempre a renovar-se), com princípios, regras, estrutura, comando, táctica, logística, etc. muitíssimo ponderados e testados, a que a evolução tecnológica obriga a um repensar constante.
Já passou por tudo...

  • A própria Igreja, certamente, se inspirou no seu modelo...

O facto da estrutura, organização, escolha das chefias e modelo da tomada de decisão, não ser democrático, isto é, não ser baseado em eleições ou votos, é da máxima relevância.
De facto a demagogia das campanhas eleitorais, em que se elegem pessoas mais ou menos adequadas (por norma, menos) para uma função, votadas por uma maioria de pessoas, mal preparadas e ignorantes sobre o fulcro das questões em jogo, não cabe no âmbito das FA e da IM!
As decisões são tomadas por uma cadeia hierárquica rígida, servida por oficiais e sargentos devidamente preparados, e promovidos segundo regras de todos conhecidas.

  • Como se consegue tudo isto?

Pois tendo-se criado uma estrutura em que é a própria IM (cada Ramo das FA) que recruta, seleciona, instrói, treina e comanda em operações, todos os seus servidores, possuindo os meios logísticos, de gestão de pessoal, saúde, ensino, disciplina, justiça e apoio social, para o cabal cumprimento de todas estas tarefas.
A IM acompanha, assim, todos os seus elementos desde o dia em que são incorporados, até ao dia do seu funeral, o qual inclui as respectivas honras militares.
Não existe fórmula de integração, profissionalismo, enquadramento ético, deontológico e social, mais avançado no mundo, do que este!
Por outro lado a convivência dentro da própria IM, possui traços de democraticidade que não existem em mais lado nenhum.
Os diferentes estilos de liderança são estudados para serem aplicados segundo as circunstâncias, numa modalidade dinâmica, mas sempre com regras em que o princípio fundamental da autoridade recai sempre no mais graduado/antigo, já que a autoridade é indissociável da responsabilidade.
Comandar vem do latim “cum + mandare”, que quer dizer mandar com os outros, sendo este o princípio mais largamente seguido, sem pôr em causa que em situações que impliquem uma decisão rápida, o comandante decida sem consulta, isto é, dá simplesmente uma ordem.
Por outro lado, superiores e subordinados não estão ao "serviço”uns dos outros, nem de ninguém, estão, isso sim, todos ao serviço; as leis e os regulamentos aplicam-se de igual modo e indiscriminadamente a todos os militares, independentemente do seu posto, graduação ou função e as relações entre todos são biunívocas, ou seja existe uma reciprocidade de direitos, deveres e comportamentos.
Dou um exemplo: quando um soldado faz continência a um sargento, fá-lo porque é seu dever fazê-lo, pois o sargento tem direito a esse acto de saudação, cumprimento e disciplina. Porém, o sargento deve retribuir a continência, pois é seu dever fazê-lo, já que o soldado tem direito a essa retribuição.
O princípio da Hierarquia é mantido por quem faz primeiro.Onde é que há um exemplo comparável na sociedade civil, ou nos organismos do Estado?
Finalmente pelas características da Condição Militar.
Neste âmbito são desnecessárias e perniciosas quaisquer organizações sindicais ou patronais; pura e simplesmente não fazem sentido nem falta e não vou perder tempo a explicar porquê.
Por outro lado um militar não trabalha, presta serviço, o que é muito diferente do que ter um contrato de emprego. Não tem horário de trabalho, mas sim, e quando possível, um horário normal de serviço – actua quando é preciso, descansa quando pode...
Um militar não vai de férias, ausenta-se temporariamente de licença e nunca fica desligado do serviço.
Um militar “É”, não se limita a “Estar”. Isto é, assume e intui os objectivos e missões da IM e faz deles, seus, integrando-se e assimilando a matriz da IM e os seus usos, tradições e cerimonial.
Não tem nada a ver com ser-se "funcionário público de manga - de - alpaca”, ou simples tarefeiro a troco de cobres.
Na vida militar os deveres antecipam e preferem, aos direitos e o conjunto sobrepõem-se ao individuo: um Exército vive, treina e combate em equipa, não é cada um para seu lado...
Quando se olha para um militar fardado, imediatamente se identifica o seu lugar, estatuto e autoridade, dentro da IM; as suas funções estão definidas e tudo se encontra escrito e detalhado.
Tudo isto gera uma ordem. A ordem liberta mais do que oprime.
O sistema de Justiça e Disciplina tem de ser claro, objectivo, rápido e adaptado ao meio e missão: ou seja é incompatível com os procedimentos em uso na sociedade civil. Quer dizer, deve ter um foro próprio.
Mesmo as recompensas que devem ser retiradas do valor, estão integradas na carreira do próprio militar e não são pecuniárias (a não ser as inerentes à promoção); não existem“prémios de gestão, ou de produtividade; distribuição de dividendos; comissões de negócios, ou quejandos.
Nem sequer tem visibilidade pública, já que um militar é um ser discreto e as suas missões são cumpridas sem alardes, muitas vezes com a incompreensão dos titulares dos órgãos do Estado, opinião pública e publicada.
Premeia-se o militar com louvores e condecorações, por prestação de mérito no serviço.
Muitas vezes apenas com duas palavras e uma palmada nas costas, ou nem isso...
Toda a acção e pensamento estão orientados para o cumprimento da "Missão" principal: criar dissuasão e se necessário combater, de modo a defender e preservar a integridade do território, a unidade do Estado e a segurança das populações.
Esta missão é ainda servida de baias éticas e deontológicas – as mais exigentes em todas as profissões – de modo a tentar garantir que tudo decorra no sentido do BEM.
Tal é complementado pela inculcação, naqueles que entram na vida castrense, das chamadas“virtudes militares” cujo conjunto representa um verdadeiro código de valores das FA.
Poderá parecer que tudo o que atrás se disse é muito exigente, sobretudo em tempo de paz, como alguns ingénuos (e outros nada ingénuos), de quando em vez, propalam?

  • A resposta é um rotundo não!

Os militares existem para operar – no que têm uma grande probabilidade de morrer ou ficarem estropiados – no cenário mais difícil e complexo que existe à face da terra: o campo de batalha, onde têm que ser capazes de gerir o caos no meio da maior violência, dor, sofrimento e destruição.

  • Dá para entender?


*****
Já por várias vezes, e ao longo dos séculos, políticos, ideologias, totós e adiantados mentais, etc., quiseram pôr em causa todos estes princípios basilares que apontei. Os comunistas chegaram até a inventar uma hierarquia paralela de comissários políticos...
Sem embargo nenhum outro modelo prosperou, só causando desgraças e retornando tudo à antiga, pouco tempo depois...
Em 1974, Portugal dispunha de uma IM com as características que acima apontei. Não era perfeita, mas existia dentro dessa matriz.
Era, seguramente, uma das melhores do mundo e demonstrou-o em combate e na sustentação desse combate.
Hoje está um corpo esquálido, sem viço, perigosamente diminuída no seu potencial, rarefeita em efectivos e com o Moral – que é o mais importante - muito afectado (não confundir com a Moral). E com um enquadramento legislativo e político que tem, sistematicamente, posto em causa os seus fundamentos.
Tive a Honra e o privilégio de ter feito parte da antiga IM e tenho passado o calvário da amargura, de ter cumprido a maior parte do meu serviço activo, reserva e reforma, naquilo em que a mesma se foi transformando.
Como Mouzinho de Albuquerque, que passou o resto da vida a suspirar por um momento idêntico ao que passara na véspera de Natal que antecedeu Chaimite, até que suicidou por enfado e nojo.
Com que alegria eu me iria alistar novamente nas fileiras que me formaram!
Mas não vai poder ser. Ao contrário de Joaquim Mouzinho não penso, todavia, em suicidar-me.

Vão ter mesmo que me aturar até ao fim.

João José Brandão Ferreira
Oficial Piloto Aviador

06/08/16

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Catástrofes!

OS DONOS DO ESTADO REPUBLICANO PORTUGUÊS NUNCA DERAM ATENÇÃO ÀS RECOMENDAÇÕES DOS MONÁRQUICOS...

O ordenamento do território é a gestão da interacção Homem/espaço na natureza. Consiste no planeamento das implantações, respeitando o potencial aproveitamento de infraestruturas existentes e assegurar a preservação de recursos naturais.

Alguém viu por aí uns papéis do Panamá?

100 dias depois, o Expresso continua em silêncio








É o tal silêncio ensurdecedor, quer do Expresso, quer da Comunicação Social em geral, quer ainda de todos os partidos políticos...
As horas passam, os dias passam, as semanas passam, os meses passam e não tarda muito começarão a passar os anos também. Era o grande escândalo do século, tudo que era cão grande estava lá metido, havia um saco azul do GES para pagar avenças a jornalistas e a grandes figuras de Estado e o colapso do sistema espreitava ao virar da esquina.
O relógio, esse, não mais parou de contar.
Assinalam-se hoje 100 dias desde que o Expresso anunciou ao mundo uma lista com mais de uma centena de nomes citados nos Panama Papers, entre eles políticos e jornalistas, que receberam quantias provenientes de um saco azul do GES, que oscilavam entre “pagamentos elevados” e “outros de poucos milhares”. Poucos milhares. Desde então, as perguntas multiplicaram-se, o sindicato de jornalistas pediu explicações, a opinião pública pediu explicações, mas do outro lado apenas silêncio. Não se ouve uma mosca na redacção do Expresso.